SISMA recorre a Governo do Estado para apresentar pautas específicas da categoria da saúde

Participaram da reunião com o vice-governador, Otaviano Pivetta a presidente do SISMA, Carmen Machado juntamente com a segunda secretária Dra. em Nutrição, Solanyara Maria da Silva; o assessor jurídico, Fabiano Zanardo; a Secretária Adjunta Executiva, Kelluby de Oliveira; a Secretária Adjunta de Gestão Hospitalar, Caroline Campos; Superintendência de Gestão de Pessoas, Izabella Santanna e o coordenador de Gestão de Pessoas, Anderson.

Em nova reunião com representantes do Governo do Estado, a presidente do Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde do Estado de Mato Grosso (SISMA/MT), Carmen Machado e a assessoria jurídica do sindicato, apresentaram demandas da categoria para o vice-governador, Otaviano Pivetta, e representantes da Secretaria de Estado de Saúde.

Na ocasião, o SISMA apresentou as questões mais urgentes da categoria, como, o atraso no pagamento dos adicionais noturno, de insalubridade e dos plantões. Em alguns casos, os servidores não recebem o adicional desde setembro de 2021, conforme consta no Diário Oficial publicado na última terça-feira, dia 08.

A alteração da jornada de trabalho de 30 para 40 horas também foi um dos pontos discutidos. A redução de carga horária do servidor responsável por Pessoa com Deficiência (PCD) e a participação do sindicato durante a elaboração dos atos preparatórios para o concurso público da saúde.

Durante a reunião, a presidente questionou quanto à falta de resposta dos processos já protocolados no Ministério Público e também na Casa Civil. “Precisamos saber o que está acontecendo nos bastidores. As fachadas estão lindas, mas é preciso conhecer as dores dos servidores. Temos a obrigação institucional de responder a nossa categoria”.

Na oportunidade, a segunda secretária do SISMA-MT destacou ainda a questão das instalações inadequadas e irregularidades no setor do serviço de nutrição e dietética do Hospital Regional Dr. Antônio Fontes, em Cáceres. “Após inspeção, a vigilância sanitária apresentou um relatório apontando a necessidade de interdição imediata do setor. Vale destacar que essa situação se arrasta desde 2019, e a 4.º vara cível de Cáceres, já determinou que o Governo do Estado de Mato Grosso, cumpra imediatamente a sentença que estabelece o cumprimento da substituição dos materiais obsoletos e inadequados da cozinha do setor em questão, porém, até a presente data nenhuma medida foi tomada”, disse Solanyara.

“Nossas demandas são bastante pertinentes, não queremos confrontos desnecessários e nem ser intransigentes é preciso apenas que sejam tomadas iniciativas por parte da SES. O SISMA representa os profissionais da saúde que atuam com maestria nas nossas unidades. Somos cobrados diariamente e a falta de diálogo por parte da secretaria nos impede de dar um retorno para os profissionais”.

Ao final da reunião, ficou estabelecido que será instituída uma comissão com participação do SISMA e a gestão de pessoas da SES para que seja feita uma análise técnica dos processos de alteração de carga horária e também na participação da elaboração do concurso público. A respeito dos ofícios encaminhados e sem respostas, será realizada uma “temporada de respostas”, disse o vice-governador.

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