SISMA participa da oficina de capacitação em Monitoramento e Avaliação do SUS com foco na Educação Permanente em Saúde

Com objetivo auxiliar na criação de instrumentos para avaliar as ações de formação de pessoal e Educação Permanente em Saúde (EPS) nos serviços oferecidos pelo Sistema Único de Saúde em Mato Grosso, a Vice Presidente do SISMA-MT, Ana Cláudia Machado, participou  da  Oficina de Análise dos Critérios para o monitoramento e avaliação da Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS), promovida pela Escola de Saúde Pública de MT.

A Oficina foi realizada durante os dias 5, 6 e 7 de agosto, o evento reuniu servidores que integram as 16 Regiões de Saúde do Estado.

A meta é fortalecer as estratégias de capacitação e formação de profissionais técnicos, gestores e apoiadores que atuam na saúde pública, de modo a estimular a integração do planejamento ascendente com o monitoramento e a avaliação das ações da EPS. A formação visa ainda à construção da capacidade avaliativa e utilização das atividades de monitoramento e avaliação como ferramentas de gestão.

“Este é um momento muito significativo para o Sistema Único de Saúde, pois nossa Escola inicia um processo para que nossa unidade seja gestora da Educação Permanente em Mato Grosso.  Nesta oficina, nós estamos validando o instrumento que será promovido em todos os Estados do Brasil. Porém, Mato Grosso sai na frente por ser o primeiro Estado a promover este momento”, disse a diretora da Escola de Saúde, Silvia Tomaz.

Ainda de acordo com a gestora, o processo de avaliação e monitoramento é um grande desafio, visto que, no âmbito SUS, ainda não existe nenhuma ferramenta que permita “monitorar e avaliar os egressos dos cursos de qualificação que ainda não fazem parte da estrutura organizacional da ESP-MT e nem das demais Escolas do Brasil”.

Nesta etapa, 100 servidores que atuam na saúde participam da oficina de conhecimento. Esses profissionais atuam como lideranças que representam as comissões de integração ensino e serviço – CIES das 16 regiões em que estão localizados os Escritórios de Saúde.

Para disseminar o conhecimento, a oficina conta com participação da professora e pesquisadora Liliana Santos, do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia, integrante da equipe que coordena o processo no âmbito nacional. “A Educação Permanente em Saúde existe para melhorar a qualidade dos serviços prestados à população. O ganho final é a melhoria da qualidade do atendimento que vai desencadear na melhoria da qualidade de vida e da condição de saúde da população”, destacou Liliana.

Dentre os colaboradores desta ação, estavam servidores que integram a equipe da SES-MT e um servidor especialista em Construção de Indicadores, da Secretaria de Planejamento e Gestão (SEPLAG-MT), Genoir Schnorr.

“Toda política deve ter instrumentos de avaliação e monitoramento. Então, os indicadores entram como uma ferramenta para avaliar se o plano e as ações estão sendo executadas, e quais os impactos dessa política na sociedade”, concluiu Schnorr.

    Para Ana Cláudia (SISMA-MT) há que se valorizar nosso maior patrimônio,  o servidor público,  suprindo uma das maiores necessidades da carreira que é o concurso para atender melhor ao cidadão e, a educação permanente em saúde é parte desse processo como uma das estratégias de  prestação de serviços públicos de qualidade.

    A vice-presidente ainda falou da relação dos princípios  SUS com as diretrizes da educação permanente e da necessidade de Mato Grosso elaborar e  implantar a sua política de educação permanente.

    “Hoje o que temos são ações pulverizadas em vários programas nas ferramentas institucionais de planejamento estratégico da SES e não algo sólido como uma política específica que permita além do melhor atendimento à sociedade”, finaliza.

 

 GALERIA DE FOTOS

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Outras notícias

© SISMA-MT – 2021. Todos os direitos reservados.