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Segundo o Ministério Público, denúncias e apurações administrativas identificaram um grave quadro de desassistência hospitalar, colocando em risco a saúde e a vida dos pacientes atendidos pela unidade. Entre os problemas apontados estão falta de medicamentos, insumos, dificuldades no atendimento e desorganização na gestão do hospital.
O SISMA-MT destaca que acompanhou toda a situação desde o início das denúncias, visitando a unidade, ouvindo os servidores e participando de reuniões com a OSS AGIR em busca de soluções para os problemas enfrentados pelos trabalhadores e pela população. E ainda reafirma seu posicionamento contrário à entrega da gestão da saúde para Organizações Sociais. Segundo a entidade, enquanto no discurso o modelo é apresentado como solução eficiente, a realidade mostra que os problemas persistem e os investimentos elevados não se traduzem em melhoria efetiva para os usuários do sistema público.
O sindicato defende o fortalecimento do SUS por meio do chamamento dos concursados, valorização dos servidores, melhoria das condições de trabalho, estrutura adequada, gestão eficiente e humanização no atendimento.
O presidente do SISMA-MT, Carlos Mesquita, afirmou que o sindicato seguirá acompanhando o caso e cobrando providências. “Nós estivemos presentes desde o início, ouvindo os servidores e acompanhando a situação dentro da unidade. A saúde pública precisa de planejamento, responsabilidade e valorização dos trabalhadores. Não é a terceirização que vai resolver os problemas estruturais da saúde”, destacou.