Fórum Sindical planeja ações de 2022

Deliberar um planejamento das ações de 2022 foi uma das principais discussões entre os representantes sindicais e associativos que compõem o Fórum Sindical do Estado de Mato Grosso, durante reunião realizada nesta segunda-feira, dia 31.

O movimento entre os líderes sindicais tratou dos atos unificados das categorias, com intuito de alinhar estratégias e definir ações conjuntas nas lutas dos servidores públicos como a Revisão Geral Anual (RGA), falta de concurso público e contribuição previdenciária, práticas antissindicais e atitudes intransigentes do governo.

Outro assunto abordado na reunião foi a participação do Fórum em algumas datas como, abertura dos trabalhos legislativos, outra sugestão foi a realização de uma semana de panfletagem em atos e mobilizações e ainda paralisações e greve.

Os representantes discutiram também sobre a possibilidade de protocolarem cartas com as pautas e reivindicações do Fórum Sindical, sendo uma delas destinada ao Poder Executivo com o objetivo de agendar uma audiência com o governador, uma outra carta será entregue na Assembleia Legislativa, onde os presidentes de sindicatos irão ainda participar da sessão.

As demais cartas serão protocoladas nos demais órgãos como, por exemplo, Ministério Publico  (MP), Controladoria Geral do Estado (CGE), Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE) e entre outros.

A presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde e atual coordenadora do Fórum Sindical, Carmen Machado destacou a importância de assumir esse novo desafio. “Essa coordenação será construída com muita responsabilidade e ética. O contexto atual é de muita luta é necessário que façamos estruturações do ponto de vista do movimento sindical com vistas a alcançar os objetivos, é preciso trabalhar no sentido de evitar os desmontes previstos na sociedade devido às reformas administrativas e previdenciárias. Estamos vivenciando uma situação de calamidade para todos os trabalhadores do Poder Executivo. É preciso lembrar o Governo que o Estado é feito com gente que faz e não apenas com obras e equipamentos, nós da saúde estamos há 20 anos sem concurso público, a carreira envelhecendo, aposentando e sendo enfraquecida, isso é inadmissível. E juntos decidimos que o planejamento de ações será feito de forma escalonada e participativa, não apenas em nível capital, mas que o interior também participe de forma efetiva nas mobilizações planejadas”.

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