Filiada transformou projeto temporário em carreira no SUS

Yva.com.vc/Assessoria de Imprensa/ SISMA/MT

“Sinto-me realizada, no Hemocentro encontrei uma missão de vida”, a frase é de Rita de Cassia Auxiliadora da Silva, Assistente do Sistema Único de Saúde (SUS) e lotada no Setor de Captação de Doadores, do Hemocentro, em Cuiabá. Aos 36 anos, Rita é a mulher mais jovem filiada ao Sindicato dos Servidores Públicos da Saúde do Estado de Mato Grosso (SISMA/MT), e destaque na nossa página oficial e redes sociais, nesta semana Internacional da Mulher.

A servidora ingressou no último concurso da Saúde realizado em Mato Grosso, em 2002 e desde então se filiou ao sindicato. “Acho importante a representação da categoria, acredito que é um dos pontos mais relevantes do sindicato, especialmente nos momentos de luta pelos direitos, que inclusive eu participei”.

“É engraçado pensar que sou a mais nova do SISMA, comparando a quantidade de pessoas mais jovens com que eu trabalho, eu sou a mais ‘experiente’”. Em 2002, a filiada era uma estudante de Comunicação Social na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), e procurava uma oportunidade de trabalho em meio período que trouxesse tranquilidade para manter os estudos, e encarou o concurso como uma solução temporária.

“Nunca pensei em trabalhar no setor da Saúde, fazia faculdade de comunicação, trabalhava de freelancer e procurava um emprego, quando surgiu a oportunidade do concurso da saúde. Porém, com o tempo, compreendendo a relevância do Hemocentro e entendendo que poderia incluir as ferramentas que aprendi na faculdade na minha função, decidi permanecer e construir a minha carreira aqui”, lembra Rita.

A assistente do SUS trabalha com o agendamento, orientação e atendimento aos doares de sangue do Hemocentro. O setor em que Rita trabalha também é responsável por realizar palestras, auxiliar capacitações, e criar material de comunicação, como panfletos e banners, e nessas ações a sindicalizada utiliza as técnicas que apreendeu na universidade o que reforça o sentimento de realização.

Neste momento de pandemia, o maior desafio é conseguir manter a relação de proximidade com os doadores de sangue, em meio à necessidade de distanciamento social. “Enquanto servidores do Hemocentro, nós nos sentimos pressionados, pois somos das áreas estratégicas e finalísticas. No meu setor, trabalhamos com pessoas saudáveis que vem doar sangue. Dependemos dessa proximidade, dessa humanização e os doadores estão acostumados dessa forma.” Pra ela, a adaptação da relação é também o grande desafio do sindicato, “é preciso descentralizar mais as ações e aumentar o sentimento de inclusão”.

Rita, assim como Dona Laudelina, e mais de 2 mil mulheres, representam 70% dos filiados ao SISMA/MT. Continuaremos essa série de reportagens durante a semana, com essas trabalhadoras da saúde e suas histórias, representando todas as sindicalizadas.

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