“A luta de trabalhadores sempre foi protagonizado pela minoria, precisamos nos unir contra a proposta de Reforma da Previdência”, pondera presidente do SISMA

“As conquistas de direitos sociais foram garantidas em meio a manifestos, luta, união e participação social, por isso é tão necessário que a população se una e venha para as ruas para que direitos adquiridos não sejam perdidos”, afirmou o presidente do SISMA, Oscarlino Alves ao tratar do ato convocado pelas Centrais Sindicais que ocorreu na última sexta-feira, 22 de março, na Praça Ipiranga em Cuiabá.

Para o sindicalista Oscarlino Alves a participação foi tímida, mas a população, bem como os servidores públicos devem se unir. “A categoria do SUS Estadual teve uma participação tímida no manifesto em Cuiabá, mas novos atos serão agendados e acredita que haverá maior engajamento. A população precisa acordar para a importância do tema, afinal o pacote traz medidas austeras que prejudicam todos os trabalhadores, seja da iniciativa pública ou privada”, sintetiza.

Em Cuiabá o ato teve início às 16h e contou com panfletagem, e coro de palavras de ordem como “”Acabou a paciência, Bolsonaro tira a mão da previdência”. Um boneco do presidente, Jair Bolsonaro caminhou entre os manifestantes que consideram a proposta um retrocesso para os direitos trabalhistas do país.

Uma das alterações da reforma propõe que a idade mínima de aposentadoria passe a ser de 62 anos para mulheres e 65 para homens, enquanto o tempo mínimo de contribuição seria de 20 anos para cada.

“Só por meio da rua que se pode conscientizar a população sobre a perda de direitos. É na rua que se conquista, mobiliza. Aqui está sendo entregue panfletos. Estamos buscando a conscientização da classe trabalhadora. Em 2017 a proposta do Michel Temer nós derrubamos nas ruas, a proposta do Bolsonaro consegue ser pior do que o Temer”, explicou o presidente do SISMA.

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