Dando continuidade à agenda na ALMT, SISMA participa de reunião com deputados estaduais Botelho e Nininho

A presidente do Sindicato dos Servidores da Saúde (SISMA/MT), Carmen Machado junto de outras diretoras do SISMA cumpriu, na tarde desta terça-feira, dia 15, agenda na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), com o objetivo de buscar apoio dos parlamentares nas demandas específicas aos servidores da saúde estadual.

Alteração na jornada de trabalho dos servidores efetivados de 30 para 40 horas foi um dos pontos apresentados ao deputado estadual, Ondanir Bortolini ‘Nininho’, durante reunião.

O sindicato está muito bem representado por essas mulheres valentes, irei com toda certeza fazer uma defesa das pautas apresentadas, a demanda da alteração de carga horária por exemplo é uma necessidade antiga dos servidores da Secretaria de Estado de Saúde (SES) e que contribui ainda na previdência estadual. Sugiro que essas demandas sejam protocoladas junto a mesa diretora da ALMT para que haja união de esforços entre os deputados em defesa da categoria da saúde”, disse.

Outras pautas apresentadas na Casa de Lei foram, a redução de carga horária do servidor responsável por Pessoa com Deficiência (PCD), redução da alíquota da previdência aos aposentados e pensionistas, Implantação das Salas de Apoio à Amamentação nas Unidades de Saúde, solicitação de apoio nas agendas com a Casa Civil, realização de concurso público da saúde e requerimento de nova audiência com o secretário de estado de saúde.

O deputado estadual Eduardo Botelho se diz favorável às demandas apresentadas pelo SISMA. “Podem me enviar todas as documentações referentes às demandas, estou disposto a auxiliar de forma efetiva todos os processos que beneficiem os trabalhadores da saúde”.

“Como presidente do SISMA tenho a obrigação de levar para o Legislativo Estadual nossas pautas que traduzem os anseios da nossa categoria. É importante buscar o diálogo institucional para alcançarmos nossos objetivos e para isso nós precisamos transitar por todos os espaços políticos em prol das nossas lutas e procurar apoio para que a SES venha a público explicar o resultado deste processo seletivo precário que apresenta erros que no nosso entender são insanáveis”, ressaltou Carmen Machado.

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