- SEXTA, 20 DE ABRIL DE 2018

Após reunião com Fórum Sindical Governo confirma pagamento dos servidores para hoje (09.02)

Diante das incertezas na liquidação da folha salarial de janeiro/2018 os dirigentes do Fórum Sindical seguiram no início da tarde de ontem (08) em busca de respostas junto ao Governo. O grupo protocolou um ofício requerendo reunião urgente, e foi recebido no fim da tarde pelo governador, Pedro Taques, e pelos secretários chefe da Casa Civil, Max Russi, de Planejamento, e de Fazenda.


De acordo com o presidente do SISMA, Oscarlino Alves que participou do diálogo o governador se comprometeu em liquidar a folha, dos ativos, aposentados e pensionistas, nesta sexta-feira (09), durante o expediente bancário (até às 16h).


Foi pontuado no encontro a questão previdenciária e a criação do fundo emergencial para solução fiscal assuntos que terão a presença dos dirigentes do Fórum na mesa de debate. “Saímos da reunião ás 18h10min com importantes compromissos firmados, ganhando folego e alivio não só pela questão financeira, mas sobre tudo com estas garantias da participação na mesa de negociação”, sintetizou o dirigente.


COBRANÇA CONTÍNUA


A decisão de buscar o Governo na tarde de ontem foi tomada pelos dirigentes durante reunião do grupo ocorrida no período matutino. No debate os sindicalistas prepararam o documento, e também decidiram manter plantão visando reivindicar a quitação da folha, informando ainda que caso o governo não pagasse as categorias se reuniriam em Assembleia Geral Unificada, com orientação de paralisação dos serviços para discussão nas bases. “As categorias seriam conclamadas para o debate caso o Governo não cumprissem com a legislação e pagassem 100% da folha na data de hoje, 09 de fevereiro”, afirmou o presidente do SISMA.


As cobranças por respostas quanto a quitação salarial e também soluções para outras pendencias tem sido uma das investidas do Fórum neste início de ano, visto que outros encontros foram realizados, a exemplo da reunião do dia 30 de janeiro em que os sindicalistas cobraram a questão salarial e também a regularidade dos repasses ao MT Saúde.


“Estamos atentos e sempre em busca de soluções que garantam os direitos dos servidores públicos”, garante Oscarlino.

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